Santuário Frei Galvão

Quarto dia da Novena: Frei Galvão e a vigilância

4ª dia da novena: “Frei Galvão e a vigilância”. Como paraninfos a celebração contou com as pessoas ligadas à construção civil. 
 
“Buscar as coisas do alto, estar pronto para a caridade e criativo na vida espiritual”. 
 
 
“O tema da vigilância é estar com a lâmpada acesa. Frei Galvão entende a lâmpada de outra forma”, segundo Frei Roberto. Exemplificando, disse três dons ligados a Frei Galvão, para dizer dessa “lâmpada”. Primeiro, a levitação. Vivendo o convite de Jesus: “Buscai as coisas do alto”. Segundo, o dom da bilocação. Isto é, a prontidão para a caridade. Aberto para atender as pessoas. No dom da cura, a criatividade. Aberto ao Espírito Santo. Transformar o pouco que temos. As pílulas são pequeninas. 
 
“Quem vigia, vigia para não perder a oportunidade de amar”.
 
Na missa das 19h30, presidiu a Santa Missa Padre Renan Rangel dos Santos Pereira (reitor do Seminário Bom Jesus, da Arquidiocese de Aparecida), concelebraram Pe. Luís Hernando Gil Yepes, CM (Diretor espiritual) e Frei Diego Atalino de Melo, reitor do Santuário. Foram acolhidos os seminaristas da arquidiocese. Os paraninfos foram as pessoas envolvidas na construção civil, engenheiros, arquitetos, pedreiros. Para fazer alusão aos paraninfos, houve a entrada dos símbolos. Dentre eles, um tijolo da antiga capela de São José. Primeira igrejinha que antecedeu o Santuário Frei Galvão. 
 
“Que cada um saia daqui ao menos buscando o sacramento da confissão”. Iniciou sua pregação. Lembrando que o tema da vigilância, proposto para hoje, encaminha os fiéis para este momento sacramental. Não a vigilância social, e muito menos o medo neurótico. Disse o padre. “Vigiar é buscar os valores do Evangelho”, convidando o povo a repetir. 
Ter a capacidade de viver escolhendo coisas que dizem respeito à vida conscientes. A vigilância nos convida a ter prudência. “A vigilância mal entendida e vivida, poderá nos encaminhar na vida dentro de uma redoma. A medida da vigilância é o amor. Quem vigia, vigia para não perder a oportunidade de amar. A vigilância não é sobre o outro. A vigilância é sobre nós mesmos. Estou vivendo a proposta do Evangelho?”, precisou o padre. 
A vigilância predispõe a pessoa conhecer-se por inteiro diante dos limites. “Sua vida é um exemplo?”, questionou pregador. “Quando estamos seguros de nós mesmos, nos perdemos. Na sua vigilância Frei Galvão buscou fazer  a vontade de Deus. A vigilância é fruto da oração. Quem não reza, não olha pra si. A vigilância é fruto do silêncio. Quem não sabe calar, não vigia. O vigia fica quieto para pegar o inimigo. O vigilante é atento. Sai de si para fazer o bem. O vigilante é simples. Não se complica. Caso você se descobre dormindo em algum dimensão da sua vida recomece”. Concluiu o sacerdote. 
 
 
No final da celebração Frei Diego, convidou as pessoas para o 5° dia da novena, e também para Festa externa que acontecerá a partir de quinta-feira.