“Por trás da dor, está o amor”, reflete Frei Roberto Ishara na Sexta-feira da Paixão
18.04.2025 - 19:03:00 | 3 minutos

A Sexta-feira Santa no Santuário Frei Galvão, em Guaratinguetá (SP), foi marcada pelo recolhimento e oração. Às 9h30, os fiéis foram convidados a rezar o Ofício das Trevas. Por meio da oração dos Salmos, os participantes foram convidados a refletir sobre a entrega de Jesus a favor da humanidade.

Ao final das leituras e dos Salmos, Frei Thiago Soares dirigiu algumas palavras aos participantes, meditando sobre o verdadeiro significado da cruz de Cristo. Ele destacou que a cruz não é um símbolo decorativo, mas um lugar de encontro profundo entre o amor de Deus e a humanidade.
A cruz é o símbolo do amor incondicional: nela se revela o ato de doação total de Cristo, que não mede esforços para fazer o bem, levantar os caídos e oferecer a salvação a todos — especialmente os mais esquecidos. Ele ressaltou que Cristo é um rei sem trono, que rejeita privilégios e abraça os humildes. “Seu reinado se funda no amor, não no poder”, salientou o frade.

Para ele, o amor cristão não pode ser seletivo, que exclui e é egoísta. “Cristo é a própria pessoa do amor que jamais desiste da vida humana”, explicou. Para o pregador, o amor verdadeiro se traduz em ação: dar a vida em favor do projeto de Deus, seja no batismo, matrimônio ou vida consagrada.
Às 15h, ocorreu a Celebração da Paixão do Senhor, presidida por Frei Leandro Costa e concelebrada por Frei Diego Melo, Frei Valdir Laurentino e Frei Roberto Ishara.
Em sua homilia, Frei Roberto convidou os presentes a refletirem sobre três dores: a dor do Pai, a dor da Mãe e a dor do Filho e afirmou que por trás da dor, há o amor. “Deus enviou seu Filho ao mundo com alegria, mas o recebeu de volta morto, desfigurado pelos pecados da humanidade”, explicou o frade.

Segundo Frei Roberto, o momento mais doloroso para Maria não foi aos pés da cruz, mas no encontro com Jesus na Quarta Estação da Via-Sacra, quando seu coração se dividiu entre o instinto de protegê-lo e a fé em sua missão. Mesmo sofrendo, ela o encoraja a seguir até o fim.

Para Jesus, a dor é um convite ao silêncio. Segundo o religioso, esta é uma dor tão profunda que as palavras não bastam. “Deus amou tanto o mundo, é preciso fazer silêncio para sentirmos o amor de um Deus que nos ama tanto que foi capaz de mudar a sua própria essência. De “Deus é amor”, hoje se torna “Deus é paixão”. O amor de Deus que, literalmente, morre de amor por nós”, concluiu Frei Roberto.
No decorrer da Celebração, os fiéis foram convidados a fazer a adoração da Cruz, através do gesto do beijo na Cruz. Ao final da celebração, as imagens do Cristo morto e Nossa Senhora das Dores foram trazidas em procissão e colocadas na frente do altar, para que os fiéis pudessem fazer seu momento de oração e reverência.








Ao final das leituras e dos Salmos, Frei Thiago Soares dirigiu algumas palavras aos participantes, meditando sobre o verdadeiro significado da cruz de Cristo. Ele destacou que a cruz não é um símbolo decorativo, mas um lugar de encontro profundo entre o amor de Deus e a humanidade.

Às 15h, ocorreu a Celebração da Paixão do Senhor, presidida por Frei Leandro Costa e concelebrada por Frei Diego Melo, Frei Valdir Laurentino e Frei Roberto Ishara.
Em sua homilia, Frei Roberto convidou os presentes a refletirem sobre três dores: a dor do Pai, a dor da Mãe e a dor do Filho e afirmou que por trás da dor, há o amor. “Deus enviou seu Filho ao mundo com alegria, mas o recebeu de volta morto, desfigurado pelos pecados da humanidade”, explicou o frade.









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